Micropigmentação Paramédica Curitiba


Micropigmentação Paramédica

ORIGEM

O primeiro médico a lançar mão das técnicas de micropigmentção paramédica, foi o Dr. Pauly, nos Estados Unidos, em 1853.  A ideia expandiu-se e em 1858, o Dr Schuh usou do recurso para camuflar enxertos em pacientes vítimas de queimaduras. Em 1879, 21 anos depois, o ousado Dr. DeWicker usou pigmento preto (originado da Índia, à base carbono) para camuflar lesões e cicatrizes de glaucomas na córnea. A partir daí, o uso médico da tatuagem evoluiu para a correção de lábios que apresentavam cicatrizes ou deformidades, reconstrução da córnea e da íris, até chegar , em 1940 ao uso na cirurgia plástica para camuflagens em geral. Somente a partir de 1987 que essa prática foi autorizada a sair do âmbito médico devido a grande demanda, nos Estados Unidos, passando a ser praticada por técnicos da área da estética.

OBJETIVO

  • Criar uma cor na pele;
  • Restaurar uma cor da pele;
  • Camuflar uma coloração indesejada da pele.

INDICAÇÕES

  • Aréola Mamária – reconstrução da aréola (mastectomia)
  • cicatrizes periareolares
  • pós cirúrgico
  • necroses e cicatrizes hipertróficas
  • estabelecimento de simetria
  • alteração de cor

Camuflagem

  • cicatriz (considerar, além da cor, a diferença da textura da pele)
  • hipercromias
  • acromias (inclusive vitiligo estável)
  • queimaduras
  • falhas ou cicatrizes em regiões pilosas

 

 

A área Paramédica está diretamente ligada à recuperação da auto-estima da pessoa que se submete ao procedimento, pois geralmente não nos está procurando somente por  motivos estéticos. Por vezes nos deparamos com pessoas que carregam desde o nascimento o desgosto de uma hipercromia muito aparente em seu corpo, outras com cicatrizes no rosto em função de acidentes, ou ainda os constantes casos de problemas nas aréolas mamárias, onde ainda a busca é por um resgate de feminilidade. Seja qual for o caso, a pessoa vem de uma situação de estresse e felizmente está cada vez mais difundida no Brasil a solução ideal para esses casos: – a micropigmentação. Cada caso deverá ser examinado cautelosamente para avaliar o procedimento a adotar. As cicatrizes ao longo do corpo, por exemplo, devem ter atingido total definição de cor (em torno de 2 anos) para um trabalho de melhor efeito. Nos casos de aréola, em função do uso de cores diferentes ao tom da pele, a micropigmentação pode ser realizada assim que a paciente for liberada por seu médico. Nada se iguala à satisfação de perceber o olhar da pessoa no final do procedimento de aréola. É como se tivesse recuperado sua identidade.